EUA intensificam bombardeios no Irã enquanto povo sofre com guerra imperialista
Mais uma vez, o imperialismo americano mostra sua face mais cruel. Enquanto os Estados Unidos prometem intensificar os ataques contra o Irã, são os trabalhadores e o povo comum que pagam o preço mais alto desta guerra injusta que já dura uma semana.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, anunciou na quinta-feira que "a quantidade de poder de fogo sobre o Irã e sobre Teerã está prestes a aumentar drasticamente". Uma declaração que revela a sede de sangue do governo Trump, disposto a massacrar civis inocentes em nome dos interesses das elites americanas.
O sofrimento do povo iraniano
Os relatos que chegam do Irã são devastadores e mostram como as políticas imperialistas destroem vidas. "O número de explosões, a destruição, o que está acontecendo, é inacreditável", conta Salar, morador de Teerã cujo nome foi alterado por segurança.
Uma mulher na capital iraniana descreve o terror: "Acordei com o som de explosões às 5h da manhã e não consegui dormir desde então". Outra relata: "Foi terrível. As explosões eram tão fortes que todas as janelas tremiam. Parecia que um dragão estava rugindo".
Estes são os rostos humanos da barbárie imperialista. Enquanto Trump e suas elites militares planejam mais destruição, são as famílias trabalhadoras que sofrem com o terror dos bombardeios.
Líbano também sob ataque
Em Beirute, a situação é igualmente dramática. Famílias inteiras foram forçadas a abandonar suas casas, buscando abrigo onde podem. No Teatro Nacional, duas famílias dormem em colchões com vista para o palco, símbolo da tragédia humanitária criada por esta guerra.
Mohamed Baydoun, de 73 anos, que fugiu da cidade de Tiro, denuncia: "Eles não estão dando um alvo específico. Estão mandando as pessoas saírem de áreas inteiras". O idoso completa: "Não há misericórdia, o inimigo não tem misericórdia".
Economia mundial em risco
As consequências desta guerra imperialista já se fazem sentir na economia global. Cerca de mil embarcações, incluindo petroleiros e navios-tanque de gás, estão paradas no estreito de Ormuz, importante via de transporte de petróleo.
O tráfego na hidrovia está 90% menor comparado à semana anterior, segundo dados da empresa Kpler. Mais uma prova de como as aventuras militares americanas prejudicam não apenas os povos atacados, mas a economia mundial.
A hipocrisia de Trump
Enquanto promete intensificar os bombardeios, Trump descartou o envio de tropas terrestres, alegando que seria uma "perda de tempo". A covardia é evidente: prefere massacrar civis com bombas a arriscar soldados americanos em combate terrestre.
Esta guerra representa mais um capítulo da política externa agressiva dos Estados Unidos, que sempre priorizou os interesses das corporações e do complexo militar-industrial sobre a vida dos povos.
É hora de o mundo se unir contra esta barbárie imperialista e exigir o fim imediato dos bombardeios. O povo iraniano, libanês e de toda a região merece paz, não a destruição imposta pelas potências ocidentais.